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Estado de Segredos 2 ed


Autor: Frederico Duarte Carvalho
ISBN:
978-989-8325-07-5
Edição: Agosto/2010
Colecção: MAIS INVESTIGAÇÃO
Editora: RCP Edições

Stock: Disponível
 
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° Introdução
° Índice
° Sobre o autor

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 Formato: Livro em papel
 Páginas: 182
 Encadernação: Capa mole
 Dimensões: 15x23
 Preço: €14,84 €12.6

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 Formato: PDF
 Tamanho: 9910Kb
 Preço: €10.60 €9.54

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O nosso regime político é transparente?

Devemos acreditar em tudo o que nos relatam os jornalistas e os porta-vozes do poder?

A partir de duas questões essenciais, Frederico Duarte Carvalho responde com memória, investigação e liberdade.

A recolocação dos factos marcantes, desde o 25 de Abril até ao processo “Face Oculta”, revela uma outra realidade que surpreende.

A análise de documentos públicos e confidenciais, nacionais e estrangeiros, desmistifica algumas das verdades oficiais que continuam a condicionar a Democracia.

Com base nos telegramas diplomáticos enviados para o Departamento de Estado, em Washington, entretanto desclassificados, Frederico Duarte Carvalho revela novos indícios que comprovam que a embaixada norte-americana, em Lisboa, soube, antecipadamente, da preparação da revolução de 1974. E descreve como o então embaixador Frank Carlucci, com a ajuda dos "amigos" socialistas, conseguiu influenciar o curso dos acontecimentos até à eleição de António Ramalho Eanes.

Para melhor compreender a actualidade, é preciso recuar no tempo.

Os massacres de Wiriamu, em Moçambique, em Dezembro de 1972, e o cancelamento do fornecimento de mísseis "RedEye" a Portugal, previsto para 23 de Abril de 1974, são dois dos factos abordados à luz do conhecimento de novos dados e provas documentais, cujas revelações remetem para as pressões externas e a influência do Clube Bilderberg.

Através da consulta de diversas fontes de informação e de uma bibliografia diversificada, Frederico Duarte Carvalho determina um fio condutor desde os conflitos que marcaram as origens do regime democrático, passando pela crise governamental de finais de 2004, até aos escândalos financeiros, políticos e judiciários das últimas décadas, entre os quais destaca: "Fundo de Defesa do Ultramar", "Camarate", "GAL", "Irangate", "Moderna", "Casa Pia" e "BPN".

A marca do terrorismo, a impressão digital das 'secretas', a ascendência da maçonaria, a troca de influências, as combinações de bastidores, a inibição de alianças entre os partidos de esquerda, as suspeições generalizadas sobre os grandes negócios e a opacidade imposta por "Razões de Estado" são ainda enquadrados pelos sinais crescentes de crise de regime, pela conjuntura política, nacional e internacional, e pelos riscos de desinformação e manipulação dos Media.

Como refere Carlos Narciso, que assina o Prefácio, «estas páginas relatam uma teia de factos, aparentemente desconexos, mas que podem, afinal, estar relacionados. É esse exercício que aqui se propõe. Em nome de quê? Em nome da Liberdade».

“Estado de Segredos” é uma viagem apaixonante pela História contemporânea, em que as principais figuras políticas não escapam a um escrutínio rigoroso.

 
 

Do mesmo autor:
- sem edições disponiveis

Da mesma colecção:
- A Construção do Trágico
- Assembleia da República - Da Constituinte à actualidade (1975-2010)
- ver todos

 
 

«Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os sociais, os corporativos e o Estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o Estado a que chegámos!»

Salgueiro Maia, na madrugada de 25 de Abril de 1974

 

NOTA DO AUTOR

 

Grande parte deste livro foi escrita entre 2005 e 2006, quando o governo maioritário de José Sócrates ainda estava a cumprir o primeiro ano de funções. Casos polémicos que fazem a actualidade política – como, por exemplo, “Li­cenciatura”, “Freeport” ou “Face Oculta” –, encontram muita da sua génese nos anos de 2001 e 2004. Esta foi a altura das grandes reviravoltas políticas e do despertar de escândalos mediáticos que, por pertencerem ao “Estado de Segre­dos”, permite que os actuais políticos possam gozar de uma cada vez maior im­punidade de escrutínio.


Os portugueses afastam-se da política e a comunicação social está em crise de audiências e vendas. Mas, afinal de quem é a culpa?

 

Quando as redacções dos órgãos de comunicação social estão preenchidas por jornalistas jovens, cada vez mais novos e sem memória, a situação agrava-se ao somarmos a velocidade a que as informações se propagam e acumulam. Não há igualmente lugar ao exercício da chamada “recolocação dos factos”, ou seja, os profissionais da comunicação social apagam acontecimentos da memória colectiva que aconteceram há apenas seis anos ou seis meses, apesar destes estarem relacionadas com eventos da actualidade. Às vezes, até se esquecem de factos ocorridas seis semanas antes. Ou até mesmo há apenas seis dias.


No dia em que o presidente Jorge Sampaio anunciou a demissão do governo Pedro Santana Lopes, a 30 de Novembro de 2004, o acto ficou simbolicamente inscrito no mesmo ano em que a revolução de 25 de Abril de 1974 cumpriu três décadas. Esses 30 anos representam várias gerações de portugueses que estão, hoje, a construir o país. Os jovens que, em 1974, tinham 15 ou 25 anos, estão agora na casa dos 45, 55 anos, percebendo que são demasiado velhos para certos empregos, mas demasiado jovens para se reformarem. São aqueles que, adultos nascidos depois de 1974, ainda têm de viver em casa dos pais devido às fracas possibilidades financeiras. São também os pais e avós desses todos que, agora reformados, desconfiam das virtudes dos actuais políticos que beneficiaram do sistema democrático sonhado para os seus descendentes e conquistado com o 25 de Abril de 1974.

 

Foi ao olhar para este país, a perder gradualmente a memória e, desse modo, alimentando um “Estado de Segredos” apenas ao alcance de alguns iluminados, que a presente obra foi elaborada.


 

 

PREFÁCIO 6

NOTA DO AUTOR 7

I capítulo Segredos de ABRIL

1 História esquecida 10

2 Rapazes do Brasil 13

3 Soares – amigo dos americanos 20

4 Golpe há muito planeado 28

5 Crónica de uma revolução anunciada 35

6 Interesses contra Portugal 46

II capítulo Caminho para o pântano

1 Odisseia política 53

2 Ataques internos 56

3 Despedida forçada 62

4 Todos os escândalos 67

5 De “Camarate” à “Casa Pia” 75

III capítulo “Jogada portuguesa”

1 Encontro no Porto 85

2 Bilderberg revelado 87

3 Golpe consumado 90

4 Cronologia da mudança 101

5 Novos escolhidos 106

IV capítulo Censura e investigação jornalística

1 Terra plana 110

2 Jogos com fronteiras 118

3 Casa Pia à espanhola 125

4 Impressão digital da ‘secreta’ 127

5 Fazer perguntas, sempre 131

V capítulo Da República à V dinastia

1 Cem anos de medo 136

2 Candidato inútil 138

3 Corrida a Belém 140

4 Caminho faz-se pisando 145

5 V Dinastia 156

Epílogo

Figo do regime 159

Anexos 166

Bibliografia 172

Instituições e organismos consultados 175

Órgãos de comunicação social consultados 176

Índice onomástico 177


 

 

Frederico Duarte Carvalho

 

Nasceu no Porto, a 27 de Agosto de 1972. Frequentou a Escola Superior de Jornalismo e estagiou em “O Primeiro de Janeiro”. Mudou-se para Lisboa, em 1997. Integrou a redacção do semanário “Tal & Qual” e da revista “Focus”, tendo desempenhado as funções de editor da secção de Política. Foi cabeça de lista do Partido Popular Monárquico nas eleições para o Parlamento Europeu de 7 de Junho de 2009.

É autor de vários livros – “Vítor Baptista – O Maior” (1999), “Capitão Roby” (2000), “Poeta e Espião” (2005), “A Mensagem Brown” (2006), “O Enigma da Praia da Luz” (2008). Escreveu e publicou ainda o ensaio de investigação jornalística “Eu Sei Que Você Sabe – Manual de Instruções para Teorias da Conspiração” (2003) e a novela “Abril Sangrento” (2005).


 
 
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